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BROOKLYN NINE-NINE | Crítica da 8ª e última temporada



Recentemente foi lançada a 8ª e última temporada da série de comédia Brooklyn Nine-Nine (B99), que conta com 10 episódios. Para essa temporada de despedida, tivemos o retorno de todos os personagens da temporada anterior. Pode ler tranquilamente que não teremos spoilers nessa crítica.


Apesar de um início fraco, essa temporada conseguiu recuperar seu timing de humor com o desenrolar dos episódios, podendo ser considerada uma série 8 ou 80, uma vez que a pessoa pode gostar muito da narrativa e estilo de piadas, ou com certeza irá detestar a série. Talvez B99 funcionasse melhor se fosse gravada ao melhor estilo sitcom, com público ao vivo, mas como ela utiliza de vários cenários diferentes, isso seria totalmente inviável.


A temporada final de B99 tratou de desenvolver principalmente seu protagonista. A jornada de amadurecimento de Peralta (Andy Samberg), citada nos episódios finais do show, aconteceu somente nessa temporada e foi bastante repentina, após finalmente ter seu sonhado filho, Mac, com Amy (Melissa Fumero).


A narrativa da 8ª temporada de Brooklyn Nine-Nine deixou de lado a solução de crimes pelo departamento de polícia e focou quase que exclusivamente no relacionamento pessoal e profissional entre os membros da 99, como a carreira do Capitão Holt, Amy e Terry (Terry Crews) e Peralta tomando uma importante decisão que afetaria totalmente sua vida.


Brooklyn Nine-Nine sobreviveu a seu cancelamento pela FX após sua 5ª temporada, e mesmo com a NBC trazendo a série de volta do limbo, ela perdeu seu pique ali, tendo uma queda de qualidade crescente a cada nova temporada lançada. Ficou aquela sensação de ser mais uma série que não soube a hora de terminar, para sair por cima, mas por sorte ela não teve o mesmo destino de Two and a Half Men, que definhou por anos na insistência de seguir sem seu protagonista e essência do programa, Charlie Sheen.


Como série de comédia despretensiosa que sempre foi, Brooklyn Nine-Nine nunca trouxe grandes e complexas narrativas, sendo quase um seriado. Alguns episódios tem conexão e não influenciam muito no que já aconteceu ou iria acontecer futuramente. Você pode assistir aleatoriamente episódios de todas as temporadas, e conseguirá compreender as piadas e situações sem ficar perdido.


Alguns personagens começam e terminam a série exatamente iguais, os únicos que mostram desenvolvimento de fato são Peralta e o Capitão Holt (Andre Braugher), este segundo que é fortemente influenciado pelo departamento que passou a comandar, que traz as melhores qualidades e defeitos encontrados em qualquer família comum, como eles de fato vivem e se consideram.


Nota: 3,5/5





Trailer:

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Um comentário:

  1. Ótima review, preciso terminar a série e pelo rumo que tomou ao ser finalizada me atraiu a ver novamente.

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